Todo estúdio chega um momento em que a própria marca não representa mais o trabalho que entrega.
Esse foi o nosso momento.
A identidade anterior comunicava competência.
O que precisávamos comunicar era autoridade — para um mercado diferente, mais exigente e mais competitivo: o mercado americano.
O processo envolveu tudo. Naming, posicionamento, identidade verbal e direção visual. Cada decisão foi tomada para reduzir a distância entre o que o estúdio entregava e o que o mercado enxergava antes de qualquer conversa.
O resultado foi objetivo: 12 projetos fechados no primeiro ano de operação com o novo posicionamento.
Não é branding para parecer maior.
É branding para ser percebido pelo tamanho que já se é.